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terça-feira, março 31

COMPARATIVO ENTRE os modelos de QoS INTSERV E DIFFSERV

Enquanto termino a segunda parte sobre NCW, fique com um trabalho que fiz sobre IntServ e DiffServ.

INTRODUÇÃO
A importância das redes de computadores é inegável no mundo atual, cada vez mais temos as empresas, indivíduos, países, organizações e sociedades, interligados entre si, compartilhando serviços, recursos e informações sem as quais o mundo do século XXI não seria possível. Para que se possa gerenciar todo esse trafego é necessário garantir um mínimo de qualidade ao mesmo, ou seja, torna-se necessário implementar um política de qualidade do serviço, em inglês QoS. O QoS possui modelos de implementação: o IntServ e o DiffServ.

É justamente da tarefa de analisar estes modelos que o presente trabalha se encarrega e para tanto iremos estudar os conceitos, características, vantagens e desvantagens de cada um, procurando o final deste trabalho conseguir chegar a um comparativo realista de cada modelo de QoS.

CAPÍTULO 01 – MODELO DE QoS INTSERV
1.1. Conceito

O IntServ ou Serviços Integrados é um modelo de implementação do QoS desenvolvido para garantir a qualidade do serviço para fluxos individuais de trafego utilizando para tanto a sinalização fim-a-fim e a reserva de recursos por toda a rede, dos roteadores intermediários até o roteador de destino.
Figura 01 – Exemplo de rede com QoS IntServ

1.2. Características
a) Reserva de recursos: o roteador deve saber a quantidade de recursos (buffers, largura de banda) que já está reservada para as sessões em andamento;
b) Estabelecimento de chamadas: uma sessão que exige garantias de QoS deve, primeiramente, estar habilitada a reservar recursos suficientes em cada roteador da rede no trajeto fonte-destino (processo de aceitação de chamada)
c) Alta granulariadade;
d) 04 elementos componentes: escalonador de pacotes, controlador de admissão, classificador e protocolo de reserva de recursos.
Como características principais do IntServ temos:
a) Reserva de recursos: o roteador deve saber a quantidade de recursos (buffers, largura de banda) que já está reservada para as sessões em andamento;
b) Estabelecimento de chamada: uma sessão que exige garantias de QoS deve, primeiramente, estar habilitada a reservar recursos suficientes em cada roteador da rede no trajeto fonte-destino
c) Alta granularidade no controle do fluxos;
d) Composto por 4 itens: escalonador de pacotes, controlador de admissão, classificador e protocolo de reserva de recursos.

CAPÍTULO 02 – MODELO DE QoS DIFFSERV
2.1. Conceito

O DiffServ ou Serviços Diferenciados trabalha o QoS em relação aos grandes fluxos de dados em oposição as reservas individuais de recursos do IntServ. Desta forma o DiffServ requer a negociação dos recursos para todos os pacotes de uma rede.

2.2. Características
a) Menor granularidade na alocação de recursos;
b) Simplicidade no processamento dos roteadores de núcleo;
c) Apenas funções simples no núcleo da rede e funções relativamente complexas nos rotedores que se encontram nas extremidades (ou hosts);
d) Fluxos são agregados em classes de serviço Diffserv (não existe controle individual sobre cada fluxo);
e) Não é necessária sinalização entre cada roteador da rede;
f) Tráfego é dividido em um número limitado de diferentes classes, com diferentes requisitos de QoS;




CONCLUSÃO
Com base no que vimos neste trabalho, concluímos que a diferença principal, fundamental entre os modelos de QoS IntServ e DiffServ consiste em que o modelo Diffserv fornece maior escalabilidade devido à menor granularidade na alocação de recursos, pois não é necessário efetuar uma reserva específica para cada fluxo. Os fluxos são agregados em classes de serviços Diffserv de modo que não há controle de estado individual (por fluxo). Também não é necessária a sinalização entre cada roteador da rede.

BIBLIOGRAFIA
Sites:
- http://pt.wikipedia.org/wiki/IntServ. Acessado em 19 de fevereiro as 20:00h
- http://www.dimap.ufrn.br/~glaucia/RAV/3.IntServ.pdf. Acessado em 19 de fevereiro as 20:00h
- http://pt.wikipedia.org/wiki/DiffServ. Acessado em 19 de fevereiro as 20:00h

quinta-feira, março 12

Estudo de Caso: Guerra centrada em redes na FAB


Olá amigos,
Estou compartilhando com vocês um trabalho que apresentei discorrendo, rapidamente, sobre redes de computadores e suas aplicação no campo de batalha, aquilo que se convencionou chamar de NCW - Network Centric Warfare ou em bom português, Guerra Centrada em Redes.

O que é NCW?
É o uso do estado da arte em tecnologia de comunicação e redes de computadores nos cenários de conflito ou guerras de alta e baixa intensidade, elevando, a um patamar inimaginável há até poucos anos atrás (10 anos), a consciência situacional tanto do combatente no terreno quando da cadeia de comando, agilizando as tomadas de decisão, assegurando o correto cumprimento dessas decisões e controlando a sua aplicação ao longo do tempo, possibilitando a sua adequação, em tempo real, as necessidade do combate.





Qual a situação da FAB pré-NCW?
Até pelo menos o início do século XXI a Força Aérea Brasileira contava com meios de combate completamente defasados para a realidade do campo de batalha da guerra moderna, apresentando como seus principais vetores caça e superioridade aérea o Mirage IIIBR, o F5E e AT26 Xavante e utilizando como meios de controle sistemas analógicos e comunicações com baixa segurança, comprometendo de uma maneira alarmante a missão de defesa da soberania nacional.

O que foi feito e como está a FAB no cenário atual?
Esta realidade começou a mudar muito lentamente, iniciando com a construção do caças de ataque leve AMX que passaram a empregar tecnologia até inéditas na FAB. Outro importante fator em relação ao controle do ambiente de combate, se deu com a operacionalização do SIVAM, Sistema de Vigilância da Amazônia e a entrada em operação dos vetores caça de ataque leve a anti-insurgência A29 Super Tucano e da dupla de sensores aéreos R99A e R99B, para sensoriamento e alerta aéreo antecipado. Tais vetores introduziram a FAB na era das comunicações seguras (criptografia e salto de frequência), enlance de dados (redes), telas multifuncionais (equipamentos digitais), operação em qualquer tempo e dia/noite, manutenção inteligente (sensores com diagnóticos de problemas e peças modulares) sem falar da atualização de doutrina.





Além disso temos também como destaque a modernização dos vetores F5E para o padrão F5M, ou seja, tivemos um vetor com trinta anos de idade e obsoleto, passando por uma reformulação geral, recebendo um revisão de alto nível na parte física e sendo inserido uma nova eletrônica com novo sensores, novo radar, novos computadores, etc. Simultâneamente a isso, também foram adquiridas novas armas como mísseis além do alcance visual - BVR (Rafael Derby), mísseis de curto alcance (Python IV e Piranha MA1B) e bombas inteligentes (kits Lizzard), passado por aparelho de defesa do caça e interferência eletrônica (Skyshield). Toda essa modificação tornou o F5M em um avião novo bastante capaz em comparação com os demais aviões em uso na America Latina.





XXX

Cursos gratuitos online de Informática

Olá amigos,
Segue abaixo uma lista de links de sites com cursos gratuitos de informática. Façam bom proveito.

http://www.ead.unicamp.br/minicurso/
http://ciee.micropower.com.br/mpls/Web/Portal/Main/Home.aspx
http://www.iped.com.br/
http://educacao.sebrae.com.br/
http://education-portal.com/articles/Universities_with_the_Best_Free_Online_Courses.html
https://openlearn.open.ac.uk/local/ocilogin.php
http://www.escolavirtual.org.br/cursos.asp
http://www5.fgv.br/fgvonline/CursosGratuitos.aspx
http://www.microsoft.com/brasil/certifique/default.aspx
http://www.dlinkla.com/dti/

Tem que se cadastrar para fazer esses cursos, alguns deles são de universidade inglesas e americanas, ou seja, é em inglês.

quarta-feira, março 11

Helicopteros de combate MI35M irão para Roraima

Olá amigos,
Este é minha primeira postagem acerca de outro assunto que é um paixão minha: defesa, e para inaugurar estamos dando a boa notícias de que os helicopteros de ataque e transporte Mi35M irão para Roraima reforçar a defesa da Amazônia. Para quem não conhece o equipamento temos um vídeo dele:

domingo, março 8

EEEPC uma revolução nos notebooks

Olá amigos,

Vamos falar agora sobre um ótimo presente para as mulheres no seu dia: Asus EEEPC 701. Este belo equipamento deu origem a uma grande família de mininotebooks ou netbooks (como estão sendo chamados) e vem primariamente equipado com sistema operacional linux na versão Xandros.

Este equipamento é altamente recomendável para quem desejar ter um notebook ultra-portátil, com um ótimo desempenho para acessar a internet, receber e enviar e-mails e editar textos, apresentações e planilhas em qualquer lugar em qualquer hora. Muito leve com 960 gramas de peso com 2 horas e meia de bateria, ótimo para usar com os serviços de acesso 3G. O meu é o Asus EEEPC 701.

Abaixo um vídeo com uma descrição mais detalhada do equipamento.

Asus EEEPC 701


Asus EEEPC 900:


Asus EEEPC 1000H

quinta-feira, março 5

Vídeo Demonstrativo do Ubuntu 9.04 Alfa 5

Lançado o Ubuntu 9.04 Jaunty Jackalope Alpha 5

É isso aí galera o sistema da Canonical continua com tudo! Rápido, leve, poderoso e cada vez mais amigável e belo! Faça seus testes com a versão Alfa 5, em abril deve vir a versão estável. Mais detalhes em: http://andregondim.eti.br/?p=813

Vírus tira Boris Casoy do ar

As fragilidades inerentes ao sistema da M$ mostra novamente a sua cara. Por motivo de um surto virótico (hehehe) em seus computadores, o Jornal da Band não foi ao Ar. Como diria o direitista Boris Casoy: "Isso é uma vergonha!". Mais detalhes em:
http://br-linux.org/2009/virus-ataca-sistema-da-band-e-tira-jornal-da-noite-do-ar/

segunda-feira, março 2

Gerenciamento de conteúdo

Olá amigos,

Agora iremos iniciar uma série de tópicos falando sobre ferramentas livres que usamos em nosso dia-a-dia profissional e de algumas outras que nossos camaradas. Para começar iremos Falar de Gerenciadores de conteúdo, os famosos CMS.

Na realidade iremos tratar de um único software de gerenciamento, exatamente o mais usado no momento, o CMS Joomla!. (Em Breve)