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domingo, março 3

Nossa defesa não sabe nem usar um tablet

Olá amigos.

Postagem feita no twitter do Ministério da Defesa brasileiro! Que beleza hein? Não sabem nem usar os recursos que tem, como será que esta nossa defesa cibernética então?

Vai ser uma festa na Copa hein?


sábado, março 2

Brasil vai fornecer aviões de combate para os USA

Olá amigos.

A Embraer através de usa parceira norteamericana venceu concorrência realizada pelo governo americano para o fornecimento de de um lote inicial de 20 aviões de combate a insurgência e apoio leve Super Tucano A-29,, esses aviões serão fabricados aqui e montados pela empresa Sierra Nevada na Florida e irão ser transferidos para a Força Aérea Afegã para servir de apoio no combate aos talebãs. O Super Tucano venceu na concorrência a empresa norteamericana Beechcraft fabricante do AT-6.

O custo benefício de operação junto com a avançada tecnologia de combate embarcada além de ser um equipamento já exportado e testado em combate foram fatores fundamentais para sua escolha dentro do cada vez mais apertado orçamento de defesa dos USA.

O processo quase não foi adiante devido as manobras políticas da empresa norteamericana que perdeu a concorrência, que temos pelos meios legais e políticos reverter a decisão da USAF.


quinta-feira, março 12

Estudo de Caso: Guerra centrada em redes na FAB


Olá amigos,
Estou compartilhando com vocês um trabalho que apresentei discorrendo, rapidamente, sobre redes de computadores e suas aplicação no campo de batalha, aquilo que se convencionou chamar de NCW - Network Centric Warfare ou em bom português, Guerra Centrada em Redes.

O que é NCW?
É o uso do estado da arte em tecnologia de comunicação e redes de computadores nos cenários de conflito ou guerras de alta e baixa intensidade, elevando, a um patamar inimaginável há até poucos anos atrás (10 anos), a consciência situacional tanto do combatente no terreno quando da cadeia de comando, agilizando as tomadas de decisão, assegurando o correto cumprimento dessas decisões e controlando a sua aplicação ao longo do tempo, possibilitando a sua adequação, em tempo real, as necessidade do combate.





Qual a situação da FAB pré-NCW?
Até pelo menos o início do século XXI a Força Aérea Brasileira contava com meios de combate completamente defasados para a realidade do campo de batalha da guerra moderna, apresentando como seus principais vetores caça e superioridade aérea o Mirage IIIBR, o F5E e AT26 Xavante e utilizando como meios de controle sistemas analógicos e comunicações com baixa segurança, comprometendo de uma maneira alarmante a missão de defesa da soberania nacional.

O que foi feito e como está a FAB no cenário atual?
Esta realidade começou a mudar muito lentamente, iniciando com a construção do caças de ataque leve AMX que passaram a empregar tecnologia até inéditas na FAB. Outro importante fator em relação ao controle do ambiente de combate, se deu com a operacionalização do SIVAM, Sistema de Vigilância da Amazônia e a entrada em operação dos vetores caça de ataque leve a anti-insurgência A29 Super Tucano e da dupla de sensores aéreos R99A e R99B, para sensoriamento e alerta aéreo antecipado. Tais vetores introduziram a FAB na era das comunicações seguras (criptografia e salto de frequência), enlance de dados (redes), telas multifuncionais (equipamentos digitais), operação em qualquer tempo e dia/noite, manutenção inteligente (sensores com diagnóticos de problemas e peças modulares) sem falar da atualização de doutrina.





Além disso temos também como destaque a modernização dos vetores F5E para o padrão F5M, ou seja, tivemos um vetor com trinta anos de idade e obsoleto, passando por uma reformulação geral, recebendo um revisão de alto nível na parte física e sendo inserido uma nova eletrônica com novo sensores, novo radar, novos computadores, etc. Simultâneamente a isso, também foram adquiridas novas armas como mísseis além do alcance visual - BVR (Rafael Derby), mísseis de curto alcance (Python IV e Piranha MA1B) e bombas inteligentes (kits Lizzard), passado por aparelho de defesa do caça e interferência eletrônica (Skyshield). Toda essa modificação tornou o F5M em um avião novo bastante capaz em comparação com os demais aviões em uso na America Latina.





XXX

quarta-feira, março 11

Helicopteros de combate MI35M irão para Roraima

Olá amigos,
Este é minha primeira postagem acerca de outro assunto que é um paixão minha: defesa, e para inaugurar estamos dando a boa notícias de que os helicopteros de ataque e transporte Mi35M irão para Roraima reforçar a defesa da Amazônia. Para quem não conhece o equipamento temos um vídeo dele: